Surviving the Aftermath

Não falei que novembro é o mês da Paradox? Stellaris, Europa Universalis IV, Hearts of Iron IV e agora Surviving the Aftermath que teve seu lançamento confirmado para 16 de novembro para PC, Xbox, PlayStation e Switch com um dos trailers mais exagerados que a editora já publicou.

Tantas vezes citado por mim como um dos jogos que estava em uma “corrida armamentista” com Endzone: A World Apart da Gentlymad Studios, Surviving the Aftermath aparenta ter mudado um tanto desde a última vez que eu o joguei. A premissa é a mesma: construa uma colônia em um mundo pós apocalíptico, mas as últimas atualizações adicionaram uma camada extra de complexidade que era tão necessária no jogo.

Agora, além de um sistema de especialistas (personagens recrutáveis com habilidades especiais), Surviving the Aftermath tem um sistema de pesquisa e exploração mais robusto e complexo assim como a geração procedural de um mapa que você precisará explorar para obter recursos. Isto é, sem contar se defender de ataques de inimigos, revoltas internas e tantos outros eventos possivelmente catastróficos.

De acordo com a Iceflake Games, a versão 1.0 – que virá acompanhada da atualização “Endgame” com uma nova quest line e novas ferramentas para a colônia – contará com um total de 130 edificações divididas entre colheita, produção e exploração, 80 especialistas e ainda mais eventos aleatórios que irão afetar a felicidade da sua colônia.

Devo dizer que a decisão da Paradox de deixar Surviving the Aftermath em acesso antecipado por tanto tempo foi ótima. Após jogar a recente expansão de Endzone e sentir que ela pouco influenciou o endgame, agora me viro para a Iceflake Games para me entregar um bom gerenciador de colônias. Além do que, depois de 20 atualizações durante todo o período de acesso antecipado, que ao menos venha um jogo competente.

Versão 1.0 de “Surviving the Aftermath” sai em 16 de novembro, veja novo trailer

About The Author
- Ex-colaborador da EGW e redator para o BABOO. Tento constantemente entender sistemas e relacioná-los às emoções e reações que sentimos nos jogos.