Three Kingdoms

Eu gosto de Total War, você também gosta de Total War, mas sabemos que espionagem e diplomacia são pontos fraquíssimos da série. Three Kingdoms, previsto para março do PC, quer revigorar ambas as mecânicas e o vídeo dessa semana se foca nas mudanças de espionagem.

Ao invés de serem meras unidades no mapa que podem ser usadas para uma gama de ações, os espiões de Three Kingdoms tem a chance de serem recrutados por um general oponente (ou aliado) e realizar ações dentro do próprio governo, além de estabelecer uma rede de espionagem.

A quantidade de ações também foi aumentada consideravelmente, será possível influenciar o rendimento anual da facção oponente, espalhar rumores sobre um dos generais – fazendo com que ele corra o risco de perder o seu posto –, vazar informações sobre a posição das tropas, prevenir que suprimentos sejam enviados para a frente de combate, e mais. Dependendo da posição do espião, ele pode até mesmo estabelecer guerras por procuração, causando instabilidade em uma região ou entre duas famílias, e caso seja abraçado pela família do líder como “um dos seus”, pode assassinar o líder da facção.

Dá para ver que as mudanças feitas em Three Kingdoms são significativas, muito mais significativas do que eu imaginava. Depois de anos lidando com mecânicas simplórias e muitas vezes desbalanceadas, é bom ver o quanto a Creative Assembly se esforça para tornar o novo jogo um tanto quanto dinâmico. Espero que a IA siga o mesmo padrão.

Total War: Three Kingdoms – veja o que muda no sistema de espionagem

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- Ex-colaborador da EGW e redator para o BABOO. Tento constantemente entender sistemas e relacioná-los às emoções e reações que sentimos nos jogos.