Stellaris

Em um anúncio que completamente inesperado, a Paradox divulgou que Stellaris, o Grand Strategy lançado para PC em 2016, será disponibilizado para PlayStation 4 e Xbox One. O “port” está nas mãos da Tantalus Media, a mesma de Cities: Skylines, e será vendido nas edições Standard e Deluxe – que inclui o Leviathans Story Pack, a expansão Utopia e o Plantoids Species Pack. Futuros DLCs também sairão para os consoles.

Para quem não conhece, Stellaris é um misto de 4X com estratégia com grande ênfase em diplomacia e narrativa. Você pode criar a sua raça ou escolher a partir de uma série de arquétipos e então escolher o rumo que quiser para a sua facção. Você pode ser, por exemplo, um grupo de aliens xenofóbicos que odeiam todas as outras raças ou só buscam guerra, amebas simpáticas e pacifistas, robôs que acreditam que a única solução para o universo é a assimilação de todas as outras raças e por aí vai. A curva de aprendizado é consideravelmente alta em comparação a jogos como Civilization, mas se você tem paciência, definitivamente vale a pena.

Como é de costume nos trailers de anúncio da Paradox, muitas naves e explosões, mas pouca jogabilidade e a parte que me deixa mais curioso: a interface. Tendo em vista que Cities: Skylines, que me deixou um tanto cético quando anunciado, teve uma versão relativamente competente para consoles e é um jogo relativamente mais complexo, e ao mesmo tempo mais tranquilo de se jogar, pode sair coisa boa dessa parceria entre a Paradox e a Tantalus.

Só estou decepcionado pela versão de console ainda usar a versão 1.7, enquanto o PC já está na 2.1, ainda mais se levar em consideração que a atualização 2.0 muda completamente a dinâmica do jogo, como apontei no meu texto sobre Stellaris: Apocalypse

O game estará jogável na Gamescom, evento que ocorre de 21 a 25 de agosto na Alemanha, então mais detalhes sobre a interface não deve tardar a surgir.

Stellaris é anunciado para PlayStation 4 e Xbox One

About The Author
- Ex-colaborador da EGW e redator para o BABOO. Tento constantemente entender sistemas e relacioná-los às emoções e reações que sentimos nos jogos.