Monster Hunter Rise

Acredito que a maioria dos fãs de Monster Hunter ou viraram a madrugada ou já estão jogando-o, mas não custa nada reiterar que a Capcom lançou nesta sexta-feira (26) Monster Hunter Rise no Nintendo Switch. Ele está disponível em uma versão Standard Digital (R$249,90) e uma versão Deluxe Digital (R$299,90).

Vejo Monster Hunter Rise como um grande passo em termos de evolução da franquia para consoles portáteis. Feito na RE Engine, ao contrário de Monster Hunter: World que usa a MT Framework, este é o segundo da série que abandona o estilo “clássico” de navegação pelo mapa em favor de um “mundo aberto”.

Além disto, ele – até onde pude constatar – uma boa porta de entrada para quem não jogou Monster Hunter: World. Para começo você tem não só acesso aos “Felynos” como aos “Canyons”, cachorros que te ajudam durante o combate e também servem como meio de locomoção pelos mapas.

Isto sem contar a possibilidade de montar e temporariamente tomar o controle de um dos monstros contra o qual você batalha, “Habilidades de Troca” que podem ser usadas no lugar de ataques normais, e dificuldade dinâmica para partidas multiplayer. De acordo com a Capcom, também será mais fácil de encontrar outros jogadores online que buscam completar objetivos ou “farmar itens / materiais” com o uso de “etiquetas”. Resta saber se o online do Switch, que não é lá essas coisas, vai funcionar bem.

Como é de se esperar, a Capcom já confirmou que Monster Hunter Rise terá suporte e novo conteúdo pós-lançamento, com a primeira atualização gratuita prevista para o primeiro de abril. Ela trará o Chameleos. O Rathalos Alfa também estará em breve no jogo. Mais conteúdo será divulgado nos próximos meses.

Ainda não tive a possibilidade de testar Monster Hunter Rise, mas se ele for 10% tão bom quanto Monster Hunter: World, me vejo perdendo horas e mais horas — ainda mais com a portabilidade do Switch. Espere impressões nossas assim que possível.

Monster Hunter Rise é lançado para o Nintendo Switch

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- Ex-colaborador da EGW e redator para o BABOO. Tento constantemente entender sistemas e relacioná-los às emoções e reações que sentimos nos jogos.