
Quanto mais eu leio ou vejo vídeos sobre o novo jogo da Remedy, Control, mais eu fico interessado no aspecto técnico do que na jogabilidade ou história. Com o trailer de lançamento divulgado nessa quarta-feira (21) não foi diferente.
Longe de achar que a Remedy seja “ruim” nesses quesitos, mas que Control é uma extensão do conceito e o combate parcialmente estabelecido por Quantum Break, e um que eu vejo como os mais fracos (só atrás de Alan Wake) da desenvolvedora. Por isso que o aspecto técnico é tão prevalecente: o dinamismo dos ambientes.
Cada cenário pode ser até certo ponto manipulado pelas habilidades do jogador, criando certos obstáculos para os inimigos ou usando o próprio cenário como armamento. Levando em conta a riqueza de detalhes, não é algo fácil de se fazer.
Outro ponto que é muito interessante para mim cai obviamente sobre o estilo brutalista dos cenários, um dos meus movimentos artísticos favoritos. Joguei recentemente o Neo-Brutalism of Tomorrow do Moshe Linke e, além de ser fantástico por si só, só aumentou minha ansiedade para por as mãos em Control.
Control sai em 27 de agosto para PC, PlayStation 4 e Xbox One.