Conglomerate 451

Poucas coisas me fazem feliz quanto um anúncio de um novo dungeon crawler. Para ser sincero, quanto quanto mais, melhor. Conglomerate 451, da RuneHeads e 1C Etertainment é mais um para colocar na lista. Situado em um futuro distópico / cyberpunk, o game está previsto para sair em acesso antecipado no Steam em “breve”.

Com previsão de ficar de 6 a 8 meses em acesso antecipado, o game te coloca no controle de um grupo de clones cujo principal objetivo é destruir corporações que tomaram conta do setor 451. Ao invés de “inovar”, a RuneHeads prefere manter o estilo clássico, ou seja, uso de grids turnos e a promessa de um sistema detalhado de combate.

Além dos típicos turnos onde cada equipe ataca na sua vez, Conglomerate 451 terá um sistema de danos permanente; caso um membro da sua equipe sofra um ataque crítico, esse ataque pode gerar um certo tipo de trauma que se transforma quase em um “atributo” pessoal dele. Por outro lado, você poderá modificar esses clones com melhorias prostéticas e cibernéticas.

O que pode não agradar muitos, eu incluso, é a presença de elementos de roguelike. Morreu em uma missão e pode dizer adeus a sua equipe. O sistema é bastante implementado em roguelikes mais “tradicionais”, porém em dungeon crawlers – especialmente com a sua história expansiva e inúmeras dungeons – é uma decisão arriscada. Vai ser interessante ver como a RuneHeads irá equilibrar o desafio do combate com a exploração.

O trailer de anúncio não revela muito sobre o combate em si, mas vale apontar que será possível escolher que parte do corpo você pode atacar. Isso, quem sabe, mitiga o receio dos elementos roguelike para aqueles que aprenderem táticas viáveis para diferentes tipos de inimigos. Isto depois de morrer dezenas de vezes

Conglomerate 451 une Cyberpunk e dungeon crawling

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- Ex-colaborador da EGW e redator para o BABOO. Tento constantemente entender sistemas e relacioná-los às emoções e reações que sentimos nos jogos.