A primeira vez que eu ouvi falar em Call of the Sea e li que era mais um jogo inspirado no universo criado por Lovecraft, eu torci e muito o nariz. Depois de terminar o game da Out of the Blue, disponível a partir desta terça (8) para PC (Steam, GOG, Xbox Game Pass) e Xbox (Xbox One/ Series S / Series X, Xbox Game Pass), fiquei muito feliz em estar errado.

Ambientado na década de 30, o jogo conta a história da protagonista Norah e a busca pelos paradeiros de seu marido, Harry, que desapareceu junto com uma expedição enquanto tentava encontrar uma cura para uma peculiar doença que faz com que manchas apareçam nas mãos de Norah. Essa busca a leva para uma ilha tropical na Polinésia Francesa, e lá Norah descobre que a expedição montada por Harry teve contratempos um tanto… peculiares.

Não vou entrar mais em detalhes sobre a história pois se não eu estrago Call of The Sea para vocês (terão de esperar até a minha crítica sair no final desta semana para mais detalhes). Todavia, digo uma coisa: este não é um jogo de terror e o que fizeram com o universo de Lovecraft é algo que eu raramente vejo em jogos. Se isto não foi o suficiente para convencer você, eu adiciono que o jogo é visualmente deslumbrante e as atuações tanto de Norah quanto Harry – dublados por Cissy Jones e Yuri Lowenthal, respectivamente — são de aplaudir de pé.

Aqueles que ficaram instigados pela história, recomendo e muito começarem pelo prelúdio que está disponível no Steam, são pequenas cartas trocadas entre Norah e Harry que ajudam bastante a estabelecer o relacionamento entre o casal.

Call of the Sea é lançado para PC e Xbox One / Series S / X

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- Ex-colaborador da EGW e redator para o BABOO. Tento constantemente entender sistemas e relacioná-los às emoções e reações que sentimos nos jogos.