Legend of Runersia

Quer uma boa razão pela qual eu não gosto de exclusivos? Apenas donos de Switch poderão apreciar nesta quinta-feira (25) o interessantíssimo Brigandine: The Legend of Runersia.

Para quem não conhece, Brigandine foi mais um RPG de estratégia ocidental surgido no advento do PlayStation 1. Diferente de jogos do período como Tactics Ogre ou Final Fantasy Tactics, os mapas de Brigandine são mais amplos e com mais foco nas diferentes unidades / tipos de terreno. Uma comparação mais próxima seria Advance Wars ou o pouco conhecido Daisenryaku.

A sequência, que tem Kenji Terada como escritor e Raita Kazama de Xenoblade Chronicles como diretor de arte, expande o sistema com a inclusão de um mapa-mundi onde você pode invadir novos territórios, recrutar unidades especiais e conta com mais de 40 mapas diferentes.

The Legend of Runersia possui uma demo no eShop do Switch e dura em média 50 minutos para ser completada. Do que eu joguei tanto dela quanto da versão final, The Legendo f Unersia é bem raso em questão de história mas compensa pela complexidade do combate. As seis nações que podem ser escolhidas no início da partida possuem características bem distintas e o jogo não hesita em falar que difícil é realmente difícil.

Aliás, se você é um desses que – como eu – não suporta animações de combate durante a partida, não se preocupe pois o jogo tem a opção de acelerá-las. Acredite, com a quantidade de unidades na tela em certas batalhas, você vai querer ativar essa opção.

Brigandine: The Legend of Runersia chega no Switch

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- Ex-colaborador da EGW e redator para o BABOO. Tento constantemente entender sistemas e relacioná-los às emoções e reações que sentimos nos jogos.